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domingo, 19 de junho de 2016

Tradicional mini, potencial mega


Pequenas latinhas, mini ou até mesmo “periguete”. As embalagens menores têm caído cada vez mais no gosto dos consumidores do Brasil e do mundo e até já recebem apelidos carinhosos. A praticidade, aliada a novos hábitos de consumo da população, tem levado os fabricantes de bebidas a apostarem cada vez mais em latas de tamanhos menores, como os formatos squat, slim e sleek de 250ml e 269ml. Além do preço, mais acessível a todos, a opção por uma vida mais saudável por boa parte da população fez com que a indústria repensasse suas estratégias sobre a oferta de bebidas em embalagens menores. Surgiu um novo e significativo nicho de consumo, atendendo à necessidade de quem precisa reduzir a ingestão de calorias.

A indústria de refrigerantes passou a dedicar um volume cada vez maior a embalagens cada vez menores. Recentemente, a Coca-Cola informou que a comercialização das embalagens maiores perderam mercado, passando de 90% das vendas nos EUA em 2011 para 85% em 2015. Também em solo americano, a Pepsi informou que as vendas de embalagens maiores vêm caindo em uma média anual de 2,6% desde 2011, enquanto as vendas das menores cresceram 1,8% por ano no mesmo período.

No Brasil, segundo dados do Sistema de Controle da Produção de Bebidas (Sicobe), da Receita Federal, a produção de refrigerantes caiu 7,6% nos três primeiros meses de 2016, em relação ao mesmo período do ano passado.

 Os fabricantes nacionais de latas de alumínio para bebidas seguiram essa tendência mundial e se anteciparam na oferta de embalagens de diversos formatos e tamanhos. “A tradicional latinha de 350ml reinava absoluta, mas nos últimos anos houve diversificação da produção. Hoje, pelo menos um terço do que é produzido no país está em formato diferente do tradicional”, explica Renault Castro, presidente executivo da Abralatas. “Com investimentos em novas unidades e linhas de produção, atendemos à necessidade do consumidor e dos envasadores, oferecendo latas em formatos e tamanhos adequados a cada momento de consumo”, afirmou.

A estratégia dos fabricantes de refrigerantes vem alcançando bons resultados também no Brasil. Prova disso é que a meta da Coca- -Cola é ter bebidas em latas menores disponíveis em 70% dos pontos de venda de todo o país até o fim dos Jogos Olímpicos. Desde 2006, a empresa tem apostado nas embalagens menores, ao lançar produtos em lata no formato squat (250ml) com o objetivo de atender ao consumidor em trânsito.

O sucesso da iniciativa fez com que a estratégia ganhasse novo fôlego e a marca passasse a oferecer, dentro da linha Coca-Cola, produtos que se adaptem aos diferentes paladares e estilos de vida, seja com açúcar ou com adoçantes, em diversos formatos, estimulando o consumo de embalagens menores. Prova disso é que a nova campanha “Sinta o Sabor” também mostra diversas ocasiões de consumo da embalagem individual, reforçando para o consumidor a opção de beber o refrigerante em uma porção menor.

A questão do preço também favorece o consumidor que opta pela embalagem menor. O refrigerante em lata de 250ml pode ser encontrado por cerca da metade do preço da bebida em embalagem de 600ml, por exemplo. Ou seja, ajuda quem quer economizar também.

fonte: Abralatas edição66 - http://www.abralatas.org.br/wp-content/uploads/2016/04/jornal_noticias_da_lata_n66_2016_v07.pdf

Brasileiros consomem cada vez mais energéticos


Brasileiros consomem cada vez mais energéticos


Dados divulgados recentemente sobre o consumo de bebidas no país surpreendem. Cada vez mais os energéticos – bebida com grande oferta em lata – ganham espaço e conquistam um número cada vez maior de consumidores.
 
De acordo com a consultoria Euromonitor International, o segmento cresceu 9,1% em volume vendido em 2015, chegando a 152,7 milhões de litros. Enquanto isso, o mercado de refrigerantes
 
caiu 5,9% e o de cerveja encolheu 2% em 2015. A estimativa é que as vendas de energéticos cresçam, em média, 11,5% ao ano até 2020 em volume e 13% ao ano em receita.
 
O estudo traz ainda a lista das marcas preferidas pelos consumidores. A Red Bull foi a mais vendida no país no ano passado, seguida pela Burn da Monster Beverage, Guaraviton da Viton, Flash Power da Lizur Trading e TNT do Grupo Petropolis.

fonte: http://www.abralatas.org.br/wp-content/uploads/2016/04/jornal_noticias_da_lata_n66_2016_v07.pdf